Na sua empresa, quem você é? O líder que procura entender e participar da rotina dos colaboradores? Ou é acusado pelos colegas de ser um gestor egocêntrico? Se você se enquadra na segunda opção, então é melhor ligar o sinal de alerta. Isso porque a gestão egocêntrica está com os dias contados no atual contexto organizacional.

São inúmeros os problemas que podem decorrer da velha gestão de nariz em pé, que incluem desde o motivacional dos colaboradores até falhas nos processos internos do negócio.

Sabendo disso, resolvemos fazer um alerta e mostrar como o ego inflado dos gestores pode prejudicar completamente uma empresa. Confira a seguir!

Reduz a produtividade

Normalmente, quando o gestor tem ego inflado, ele acaba optando pela gestão centralizadora. Muitas vezes, não só as decisões tomadas na empresa como também as próprias atividades rotineiras precisam do aval do gestor, das mais relevantes até as de menor importância. Com isso, instaura-se um regime incrivelmente burocrático na organização.

O resultado da burocracia excessiva todos nós já sabemos: a queda de produtividade é inevitável. Afinal, os processos sempre precisam passar pelos olhares críticos do gestor, ou seja, se tornam mais lentos. Portanto, é preciso ser menos egocêntrico e também delegar responsabilidades na empresa. A isso chamamos de empoderamento.

Diminui a motivação

Outro grande problema percebido quando o gestor é egocêntrico é a queda na motivação da empresa. Afinal, normalmente o gestor apenas acredita nas próprias ideias e não abre muito espaço para a democracia internamente. Além disso, ao controlar todas as atividades, ele acaba sufocando o potencial e a criatividade dos colaboradores.

Claro que o resultado não poderia ser diferente: rapidamente, os colaboradores perdem todos os estímulos para trabalhar e buscam alguma empresa em que realmente são valorizados. Por isso, é importante abrir a mente e aceitar que não somos sempre os donos da verdade.

Desestimula a criatividade

As empresas precisam cada vez mais do potencial criativo para se reinventarem no mercado e, consequentemente, sobreviverem. É justamente por isso que muito se fala hoje na importância da retenção de talentos. É o capital humano e intelectual que pode ajudar a organização a dar passos para frente e sair da estagnação, funcionando como um verdadeiro diferencial competitivo.

Porém, o capital humano é desperdiçado quando o gestor tem o ego inflado. Para ele, apenas as suas ideias são válidas — isso quando ele não copia a ideia dos outros e dá uma roupagem diferente, para parecer dele. Assim, a organização acaba presa a velhos vícios e paradigmas e, algum dia, acaba ficando ultrapassada.

Em resumo, é fundamental que o gestor passe a encarar os colaboradores como semelhantes. Assim promoverá um bem maior para a empresa e desenferrujando todos os processos internos. É isso o que diferencia uma organização bem-sucedida daquelas que ficam presas na mesmice.

Por isso, é chegado o momento de dar um basta no ego inflado e passar a criar um ambiente mais harmônico e saudável!

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