Situação comum principalmente em empresas familiares, a sucessão empresarial pode se tornar uma grande dor de cabeça se não for bem feita. E não é uma situação difícil de ser prevista: os responsáveis pela organização não vão viver para sempre e nem trabalhar pelo resto da vida.

Poucas empresas se preparam para o momento efetivo no qual precisam providenciar a substituição de seus fundadores. Quer saber quais são os 5 maiores erros cometidos nessas situações? Então, confira o post de hoje!

1. Falta de planejamento

Quando você tem um planejamento de longo prazo, é muito difícil ser pego de surpresa em situações empresariais. Claro que é praticamente impossível prever a morte de um dos donos da empresa, mas é possível amenizar os efeitos da perda com um bom planejamento.

E ele deve ser feito de modo a preparar os substitutos para assumirem o comando de uma hora para a outra. Você pode, por exemplo, estabelecer um programa de cinco anos de transição, com os sucessores passando pelas diversas áreas, realizando estágios e fazendo cursos de gestão empresarial.

Dessa forma, quando chegar o momento, a sucessão será feita de forma mais simples, rápida e eficiente.

2. Pouca profissionalização

Empresas familiares costumam sofrer muito com a falta de profissionalização de seus integrantes. Em geral, os fundadores costumam colocar membros da família em setores estratégicos. Isso não é, necessariamente, um problema, mas é preciso fazer com que as trocas entre familiares e profissionais oriundos do mercado enriqueçam a gestão.

Esse contato permite um rico intercâmbio de ideias e formas de gestão, fatores que serão muito importantes no momento da sucessão empresarial.

3. Excesso de centralização

A medida em que as empresas familiares vão se desenvolvendo, novos setores aparecem e vários profissionais passam a integrar o quadro de funcionários. Mas, muitas vezes, os donos retém todas as informações estratégicas para si, acreditando que são os profissionais mais indicados para lidar com isso.

Além do problema da falta de comunicação e da impossibilidade do surgimento de novas ideias, a centralização cria uma enorme barreira para a sucessão, principalmente em caso de morte do dirigente principal.

4. Números pouco reais

Maquiar números para mostrar aos dirigentes é uma das piores formas de se trabalhar em uma organização. Mas, infelizmente, isso não é algo incomum. Temendo retaliações, muitos gestores apresentam dados que não refletem de forma real a situação do negócio.

O problema é que, no momento da sucessão, a empresa passa por um trabalho de auditoria que pode revelar aos novos líderes que a situação que foi prometida não é exatamente aquela que os espera.

5. Perfis profissionais mal definidos

Uma maneira adequada de se preparar a sucessão empresarial é investir na definição dos perfis profissionais que melhor se encaixam no cargo principal. Você pode listar as competências necessárias e verificar quais gestores estão de acordo com as exigências.

Com isso, a transição acontece de forma adequada e sem questionamentos por parte dos colaboradores que não se encaixam no perfil.

Se você está em uma empresa que se prepara para uma sucessão empresarial, fique atento a esses detalhes para ter sucesso durante o processo. Gostou deste post? Então, compartilhe com seus amigos nas suas redes sociais!